RUBY PORTMAN
O helicóptero aterrissou com suavidade.
No avião, ele dormia. O homem que não admitia fraquezas, que passava os dias comandando pessoas e negócios com a mesma frieza com que segurava um copo de vinho, estava recostado com a cabeça virada levemente para o lado, a boca relaxada, os cílios longos roçando a pele.
Eu observava-o como quem observa um inimigo vulnerável, quase esperando que ele abrisse os olhos de repente para lançar alguma ironia. Mas não. Ele dormia.
E eu pensava que