A seguir, os dedos deslizam pela costela dele, acompanhando o relevo áspero das cicatrizes com curiosidade quase clínica.
— Isso ainda incomoda? — pergunta, sem levantar os olhos.
— Não mais — ele responde, com a voz rouca, mais pela proximidade do que pela dor.
Ruby se inclina e beija o ponto exato da cicatriz, com a boca quente e firme. Não é um beijo leve, mas sim firme, demorado, como se quisesse reescrever a memória daquela marca. Depois, a boca dela segue descendo, distribuindo beijos mai