Juliana pegou a tigela de canja com uma mão e, com a outra, começou a aproximar a colher da boca de Luiz, claramente disposta a alimentá-lo.
Luiz, desconfortável com a situação, rapidamente estendeu a mão, tentando manter certa distância.
— Tudo bem, eu mesmo tomo. — Disse ele, pegando a tigela suavemente das mãos dela.
— Só cuidado, pode estar um pouco quente. — Juliana alertou, com um sorriso carinhoso.
Luiz mexeu a colher na canja e tomou um pequeno gole, mais por educação do que por vontad