— Não precisa, obrigada. — Respondeu Esther, com um sorriso educado. — Vim de carro. Se você tiver compromissos, vá cuidar dos seus afazeres. Outro dia, faço questão de ir pessoalmente me desculpar.
— De jeito nenhum. — Celso protestou, com um sorriso tranquilo. — Não precisa ser tão formal. Levei uma surra, mas não foi à toa. Tenho certeza de que essa parceria vai me trazer grandes benefícios!
Depois de tratar os machucados, Celso e Esther conversaram por mais alguns minutos. Em seguida, ele se