A noite já avançava pelas vidraças da D’Abruzzi Corporation. As luzes baixas dos corredores refletiam a imponência da torre em Canary Wharf, enquanto o silêncio absoluto dominava os andares superiores.
Alicia ainda estava na empresa, sozinha, envolta em pilhas de documentos. Os contratos com dois novos conglomerados internacionais exigiam análise minuciosa — cláusula por cláusula, termo por termo.
Sentada à mesa de vidro de sua sala, ela mal percebia o tempo passar. Os cabelos soltos caíam sobr