Maya
Parei diante da minúscula cela e ele a abriu. Meu pai dormia deitado no banco com o braço direito jogado sobre os olhos, os tapando da claridade. Caminhei até ele e o observei ressonar um pouco alto.
— Pai! — chamei-o alto, mas ele não acordou. — Pai! — chamei novamente o cutucando no braço e finalmente ele acordou.
— O quê? — perguntou abrindo seus olhos e se espantando ao me ver. — Maya? — perguntou um pouco confuso olhando-me com estranheza.
— Oi, pai.
— Mas o que você faz aqui? — pergu