Deixei a sala e subi para o quarto. Victor estava no banho. Quando saiu e viu-me sentada na beirada da cama, encarando as caixas sobre as minhas coxas, ele se aproximou. Nu.
Parou à minha frente, com o pau a um palmo de distância da minha face. Olhei para ele e ri.
— O que tem nas suas mãos? — perguntou curioso, secando os cabelos com a toalha.
— São presentes para as meninas. Enviados pela Eliza.
Ele parou o que fazia e encarou-me com o cenho franzido.
— Me dê isso! — ordenou, jogando a toalha