Maya
Fomos despertados às seis e meia na manhã seguinte pelo meu celular, que tocou estridente sobre o criado-mudo; e, pelo toque, já soube que devia ser Clarice ou minha avó quem ligava. Apenas as duas me ligariam assim tão cedo. Sentei-me na cama em um pulo assustada e peguei o aparelho.
— Alô — atendi com a voz sonolenta.
— Maya? Ainda estava dormindo? — perguntou Clarice surpresa.
— Aqui ainda são seis horas.
— Droga! — repreendeu-se resmungando. — Desculpe-me. Esqueci completamente de que