A notícia estourou nas redes sociais às seis e meia da manhã.
“Valentina Mancini investigada por ligação com organizações criminosas internacionais. Supostos vínculos com tráfico de influência e lavagem de dinheiro.”
O que chamou atenção não foi apenas o conteúdo — vazio e vago, típico de boatos de poder —, mas a origem: um consórcio jornalístico europeu de alta reputação. Assinaturas de repórteres conhecidos. Fontes anônimas “altamente confiáveis”.
E, no rodapé, discretamente, a menção a u