A luz da manhã invadia o quarto com um dourado suave, filtrado pela cortina branca que balançava levemente com o vento. O cheiro de lençol limpo se misturava ao perfume dele que ainda pairava no ar, e o calor da noite anterior permanecia impregnado na minha pele. Acordar ali, com o corpo ainda marcado por toques, beijos e confissões, era como sair de um sonho para outro.
Caio ainda dormia. Estava deitado de lado, o peito nu descoberto, e o rosto sereno, mais leve do que eu costumava ver durante