David
O sol já está alto quando finalmente desperto, sentindo o corpo quente e macio de Lizandra colado ao meu. Sua respiração é tranquila, seu perfume ainda impregnado nos lençóis e na minha pele. Meus braços a envolvem com possessividade, como se meu próprio corpo soubesse que ela me pertence. E pertence.
Deslizo os dedos pela curva de sua cintura, sentindo-a se mover contra mim. Ela suspira, se aconchegando mais, e eu aproveito para beijar a pele exposta de seu ombro. Não há pressa. O tempo