Se tocar nela, vai se arrepender.
Lizandra
O anel brilha no meu dedo como um lembrete inescapável de tudo o que aconteceu. Das brigas, das reconciliações intensas, das palavras ditas no calor da raiva e das juras sussurradas no meio da noite.
David Lambertini é meu. E eu sou dele. Aceitar isso não foi fácil. Mas agora que aceitei, que o tenho, não há força no mundo capaz de me arrancar de seus braços.
Estou sentada na cama, girando o anel entre os dedos, perdida nos meus próprios pensamentos, quando sinto o calor do olhar de D