O amanhecer trouxe uma luz pálida, quase tímida, que mal penetrava a espessura da floresta dos Espinhos. Elena acordou antes dos outros, os olhos fixos na muralha viva que os cercava. Durante a noite, sonhara com vozes entrelaçadas sussurrando dentro da terra. Vozes que a chamavam por um nome que não era o seu.
Lysara já os aguardava diante do altar de pedra, envolta em seu manto, olhos dourados fitando o horizonte como se lesse o tempo.
— O Santuário não se abre a qualquer um — disse ela, sem