A trilha que levava até o coração das Montanhas Negras era menos um caminho e mais um testamento da passagem do tempo. Galhos secos estalavam sob os pés dos quatro viajantes, enquanto vultos corriam nas periferias da visão — sombras que desapareciam quando encaradas diretamente. Elena, Aedan, Kaela e Malrik seguiam em silêncio, os sentidos atentos a cada ruído, cada sopro de vento que parecesse deslocado.
A caverna onde haviam passado a noite ficava para trás como um último ponto de refúgio. À