A brisa da manhã era estranhamente quente quando Aedan e seu grupo deixaram Valthor. O céu estava limpo, mas havia uma inquietação no ar — como se algo os observasse, à espreita, entre as sombras das árvores. O menino híbrido, que agora os acompanhava em silêncio, mantinha-se sempre perto de Aedan, como se reconhecesse nele uma proteção instintiva.
— Há algo errado — disse Kaela, observando as copas das árvores enquanto caminhavam. — Os ventos não carregam mais cheiro de floresta… só de sangue.