O templo se abria diante deles como a boca de uma criatura esquecida pelo tempo. As colunas cobertas de musgo pareciam ossos antigos, e as runas esculpidas nas paredes exalavam uma energia que os fazia arrepiar. Era como entrar em um santuário que pulsava com lembranças vivas. Ali, o tempo não era linear — era uma espiral, e Aedan podia sentir cada passo arrastando memórias que não eram só dele.
— Este lugar foi selado com sangue e promessas — murmurou Kaela, passando os dedos sobre uma runa em