Naquela manhã, Amber acordou com um objetivo diferente. Pela primeira vez, ela não estava apenas tentando sobreviver. Agora, ela queria construir alguma coisa. Algo só dela.
Já vestida e arrumada, desceu para o café da manhã onde Maria, como sempre, já havia preparado tudo. A mesa estava cheia de frutas frescas, ovos mexidos e torradas quentinhas. Benjamin já estava ali, devorando uma tigela de cereal com leite como se estivesse atrasado para uma maratona.
- Bom dia, dorminhoca - disse ele