O sol atravessava as cortinas brancas do quarto de hóspedes, pintando a parede com um tom dourado suave. Amber abriu os olhos devagar, sentindo o corpo ainda cansado da noite anterior, mas não de dor. Era um cansaço bom, quase como se o peso dos últimos meses finalmente tivesse sido solto de seus ombros.
Ela virou de lado e encarou o teto por algum tempo, absorvendo a paz daquele momento. Pela primeira vez em muito tempo, ela acordava sem medo. Sem pavor de gritos vindo da casa principal, sem