Amber finalmente despertou. A mente ainda nebulosa tentava juntar os pedaços dos últimos acontecimentos. Sentia-se zonza, mas determinada, forçou-se a se sentar.
— Deixa que eu te ajudo — disse Maria, sua voz surgindo do escuro.
Amber gritou de susto.
Maria correu e acendeu as luzes da sala.
— O que houve? Está tudo bem?
— Sim, só me assustei — respondeu envergonhada, passando a mão pelo rosto. — Onde estão todos?
— Na sala de jantar. E você? Como está se sentindo? — Maria a observava com cuidad