— Amber, querida… acorde. — A voz suave de Maria atravessava a neblina do sono.
Amber abriu os olhos devagar, confusa. — Maria? Me desculpa… eu…
— Não tem por que se desculpar, menina. — A mulher sorriu com ternura. — Vim acordá-la para que tenha tempo de se arrumar com calma. Se levantar agora, consegue tomar um café da manhã tranquilo.
— Mas... e a escola? Não tenho uniforme, nem material. — Ela já tinha usado essa desculpa na noite anterior, torcendo para que servisse de pretexto para ficar.