O restaurante era silencioso demais para o coração acelerado de Ana. A mesa reservada por Kenji ficava próxima às janelas amplas, com vista para o lago artificial e o jardim de pedras, típico dos espaços que ele gostava de frequentar. Mas por mais que o ambiente fosse bonito, acolhedor até, Ana sentia como se estivesse sentada sobre cacos de vidro.
O garçom havia acabado de deixar sua sobremesa, um doce delicado de chá verde e feijão azuki. Ela mal conseguia tocá-lo. O garfo repousava ao lado d