A mansão estava silenciosa demais.
O som dos saltos de Ana ecoava pelo piso de madeira enquanto ela descia as escadas com o cabelo cacheado ainda meio solto, os dedos deslizando de leve pelo corrimão. Estava pensativa, inquieta. Sentia o e-mail queimando no fundo da mente como uma sirene abafada. Queria tempo. Um pouco de ar. Precisava ficar sozinha.
Parou na base da escada e chamou com suavidade:
— Sora?
A governanta apar