A noite caía suave sobre os jardins meticulosamente cuidados da mansão, e as lanternas japonesas que enfeitavam o caminho de pedras se acendiam com uma luz âmbar, refletindo nos lagos ornamentais e criando sombras delicadas que dançavam nas paredes de vidro. A tecnologia era silenciosa ali — luzes automáticas, portas deslizantes, sensores que obedeciam sem ruído, câmeras de segurança, tanto visíveis quanto escondidas. Mas dentro do quarto principal, o silêncio era outro: denso, carregado de exp