Mundo ficciónIniciar sesiónSINOPSE Dhaedra Paixão é uma bela morena que divide tristezas e alegrias com o melhor amigo nico, vive seus dias modestamente em seu pequeno apartamento e alternando seus momentos de paz com seus surtos, já que seu temperamento não é dos mais calmos. Tem seu emprego como vendedora em uma loja de cosméticos, loja essa que se arrasta para a falência iminente até que surge o novo comprador. Júlio Martim é um homem que ama estar com a família, por vez é um tanto quanto arrogante, mas em contrapartida é extremamente charmoso para se passar despercebido aos olhares femininos. É o tipo de empresário que ama pegar algo sem valor e transformar em mina de ouro. Os caminhos desses dois se cruzam após anos sem se verem. A reação de Dhaedra é mais explosiva que dinamite, mas quem disse que ele desiste de querer andar em campo minado? Dhaedra quer manter o emprego que lhe rende o pão de cada dia. Júlio quer a bela morena e quando põe algo na cabeça, só Deus pode tirar! Se aventure com os dois nesta história onde a mocinha é paixão apenas no sobrenome e ele o próprio fogo prestes a lhe incendiar!
Leer másDahedra Paixão
Imagina uma mulher linda, cheia de vida, rica e bem-sucedida. Agora acorda porque não sou eu! Mas voltando aqui, meu azar hoje está de mais gente vê se pode, saio de casa as sete horas para chegar ao trabalho no horário, estou linda e bela na rua, quando um filho do cão j**a água com lama e sei lá mais o que em minha calça, começo a gritar e xingar o infeliz, espero que isso saia quando chegar ao trabalho. Se um dia encontro esse filho de uma cadela vou matar. Paz e sossego é o que preciso urgente, mais como na vida de pobre tudo que é bom dura pouco, descobri ontem que minha chefe faliu e vendeu a loja, para quem ainda não sei, mais sempre vem aquele medo de que eu perca o meu ganha pão suado, porque não vão ter como me pagar aí já b**e o desespero. Chego ao trabalho já vou correndo ao banheiro, tento limpar o máximo que posso a calça e começo a minha luta, trabalho no estoque, mas atendo em dias alternados, hoje é dia de atender. A loja já é conceituada em nossa cidade então atendemos todos os tipos de pessoa, meu melhor amigo Nico já está atendendo uma morena linda. Chego ao meu posto ao mesmo tempo em que uma loira de classe alta pelo jeito que anda e se veste, ela me olha de cima a baixo com cara de nojo, respiro fundo e atendo assim mesmo. — Bom dia, em que posso ajudar?— sorrio e faço minha melhor cara de prestativa. — Quero um creme esfoliante, um hidratante, óleo corporal, também quero um daqueles cremes para reconstrução.— pede apontando para as coisas, achando que sou um robô, uma dessa logo cedo, dia do azar. Vou recolhendo tudo que pediu e colocando na cestinha. — Algo mais senhorita?— digo sorridente. — Sim querida, não te disseram que para trabalhar precisa estar limpa e apresentável? Onde já se viu uma pessoa do meu nível ser atendida por uma pessoa suja e descabelada? Quero falar com o gerente agora. — era só o que me faltava uma reclamação justo hoje com a nova dona aqui. Tento manter a calma, e me viro para conversar e fazer com que ela desista dessa ideia, mais não dá tempo, logo que abro a boca uma voz atrás de mim me faz engolir seco. — Olá bom dia, sou Júlio em que posso ser útil?— fala a voz atrás de mim estendendo a mão. — Bom dia, você é o gerente? Prazer sou Rafaela, filha do deputado Miguel Alcântara.— diz a loira aguada cheia de sorrisos para a pessoa a minha costa, já eu nem respiro com medo de dar ainda mais merda. — Sou o novo dono dessa loja. — agora ferrou tudo viu, a vida de merda essa minha. — Ótimo, quero fazer uma reclamação sobre essa, ah, não sei nem do que chamar isso, olha o estado em que se encontra para trabalhar. Isso não vai ser bem-visto por todos que passarem por essa loja hoje. Espero que na próxima vez que vier aqui ela não esteja mais aqui ou se estiver que seja de maneira mais apresentável.— Deus acho que colei chiclete na cruz, ou raspei o cabelo de Jesus só pode, perco o resto de paciência de viro mais para ela já pronta para xingar essa vaca azeda, quando de novo a voz do novo dono me para. — Desculpe o transtorno senhorita Rafaela, tomarei as providências para que isso não se repita, vou levá-la até o caixa. E você já para minha sala.— se dirige a vaca loira e nem olha para mim, só toma a cestinha da minha mão e se vai, eu fico parada tremendo de raiva e pelo tom de voz usado para me dar uma ordem que não sei o porquê mais estava doida para fugir e ficar ao mesmo tempo. Entro na sala e me sento na cadeira de frente para uma mesa de mogno escuro com um computador e uma pequena pilha de papéis ao lado do teclado espero minha sentença de morte chegar, depois de uns minutos, que na verdade pareceu uma hora pelo tamanho do meu desespero, meu chefe entra, sua chegada só foi anunciada pela porta pois vem andando como um gato até a mesa. Quando para em minha frente nossa senhora das azaradas e desempregadas, que homem é esse, moreno com o cabelo preto, barba rala, olhos castanhos e óculos de grau dá um charme a mais. Deve ter mais o menos 1,80 de altura, forte, mas não exagerado. Será que é real ou uma ilusão da minha cabeça doida. — Bom, senhorita ...— sou desperta por ele mais na real nem ouvi o que disse, agora entendo por que a quenga loira era só sorrisos. — Ficou muda ou vai me responder?— depois dessa chamada gentil acordo para a realidade respondo. — Des... Desculpe, meu nome é Dhaedra.— respondo gaguejando vergonhosamente sentindo minhas bochechas arderem. — O que houve com sua roupa? E há quanto tempo trabalha aqui? — pergunta com um tom irritado, e eu tremo mais que vara verde, tento relaxar e respondo sem tremer dessa vez. — Um filho de uma cadela velha me jogou água com lama na rua, e trabalho aqui há três anos. — ele dá um sorrisinho de lado e me olha, chego a perder o ar olhando para aquele rosto divino. — Obrigada pelo elogio a minha mãe e desculpa por esse incidente, sobre o ocorrido com a mulher esqueça. Ah, vou precisar de você para passar para mim algumas coisas dessa loja, mas por enquanto volte ao trabalho. — o alívio me invade por não ser demitida, mas ainda não queria sair daqui, quero ficar o admirando. E de repente as palavras dele ecoam na minha cabeça, como assim gente foi ele quem me sujou. — Tá de sacanagem que foi você quem me sujou toda? Filho de uma cadela é pouco seu cego, não me viu na calçada não? Está me devendo uma calça nova, e quero das boas viu seu barbeiro. — primeiro ele se espanta com o ataque e em seguida começa a rir e sai andando até a porta e abre ainda rindo e fala. — Acabou a seção de elogios? Já ouvi piores, agora vai trabalhar que também vou, anda. — respiro fundo e saio da sala batendo o pé e resmungando. — O que tem de bonito e gostoso tem de escroto, aff meu senhor. — Eu ouvi isso senhorita Dhaedra.— fala rindo ainda mais, meu Deus nem percebi que tinha falado em voz alta, depois de mais uma vergonha vou trabalhar.Dhaedra PaixãoSábado de manhã nem acredito nisso é dia de descanso, eu ouvi um amém? ‘’Amém irmão’’ digo em voz alta e corro para o banho. Depois do ocorrido no banheiro bebemos mais um pouco com o pessoal e viemos para minha casa, não tocamos no assunto mais sei que de hoje não passa, acabo o banho e coloco um shortinho de pano mole e uma regata soltinha e vou fazer o café da manhã para a gente, estou arrumando a mesa quando Nico entra com o cabelo molhado. — Bom dia, príncipe dormiu bem?— abraço sua cintura e ele beija meu rosto. — Bom dia, princesa, fez um café forte? Dormi bem sim. — aceno em concordância e nos sentamos para comer, espero um tempo e ele não fala nada olho para o meu prato e como aos poucos, quando não aguento mais segurar começo o meu desabafo.— Desde que o encontrei na loja não paro pensar nele, no seu corpo, na sua boca e em tudo que desejo, nunca me senti assim. O segundo dia ele me instigou e provocou de um jeito que nenhum tinha feito antes
Júlio Martim Chego ao trabalho e foco nos papéis em minha sala, nem consegui ver minha morena ainda, assim que saio da loja para almoçar recebo uma mensagem de minha mãe me chamando para almoçar no domingo, continuo andando e respondo um sim para ela de repente trombo em um homem.— Desculpe senhor, estava distraído.— digo olhando para o celular caído e me abaixo para pegar o celular.— Acho que sou muito novo para ser um senhor Júlio e não gosto de formalidades sabe disso.— olho para o homem parado e reconheço meu amigo de faculdade. — A quanto tempo amigo, está aqui a passeio?— o abraço e ele retribui.— Vim para ficar, acho que já estava na hora de voltar, e você o com o está?— Leon sofreu muito a um tempo atrás por sua orientação sexual e pelo relacionamento abusivo que vivia com o ex-namorado. Quando conseguiu se libertar foi embora se especializar em administração em outro país e se recuperar de tudo não imaginei que voltaria para o Brasil.— Estou bem, vamos combinar um dia p
Dhaedra PaixãoChegamos ao pub por volta das seis e meia, pedimos umas cervejas e escolhemos uma mesa no canto onde conseguimos ver o movimento, o clima está maravilhoso e o Dj está arrasando com o repertório internacional.O garçom traz as bebidas, tomo um gole longo e começo a conversar amenidades com as meninas e nico, escuto uma música que adoro e me levanto chamando as meninas para dançar, ao som de Lose Control- medusa, dançamos e nos divertimos, assim que a música acaba voltamos a mesa para conversar e beber um pouco mais.Estamos todos distraídos e relaxados menos Jessica a ruiva linda e de corpo atlético, construído a horas de academia como ela mesma diz, parece impaciente a espera de alguma coisa, quero perguntar o que houve, mas deixo quieto, não temos muita intimidade.Ao ouvir a próxima música tocando os chamo, mas só Nico aceita começamos a dançar don’t start now- dua lipa, minha diva musical passo as mãos em meu corpo as levanto para o alto e começo a mexer no ritmo env
Dhaedra Paixão O dia de hoje não foi tão ruim como o de ontem graças ao bom Deus, mas ainda sim teve algumas coisas estranhas. Me repreendo mentalmente só de lembrar. “Começou comigo me arrumando mais do que o normal, até mesmo Nico estranhou, mais isso até dá para justificar, chego no trabalho teve a apresentação do senhor gostoso opa do senhor Júlio Martim, o meu pai até o nome do homem arrepia e faz a gente babar (Não disse por onde). Por enquanto tudo bem tranquilo nada tão esquisito, quando ele me mandou ficar em sua sala, a única coisa que eu queria era agarrá-lo e provar tudo que sonhei e pensei na noite passada. Mas foquei no chão para não ficar presa naquela teia de sedução infinita que ele tem. “ “Pediu minha opinião no assunto de vendedores, me seguro para não responder de primeira, mas ele não me deu escolha, a situação para minha calcinha piorou quando ele me deu a ordem de olhá-lo nos olhos, obedeci e fiquei hipnotizada em seus olhos castanhos escuros meus p
Último capítulo