Mundo de ficçãoIniciar sessãoPara todos que procuram a sua janela.Dia de neve costuma ser o favorito de muitos nova-iorquinos. Dias de nevasca, nem tanto. Especialmente quando você acorda pela manhã ao lado de uma completa estranha e não lembra do que aconteceu entre os dois. Foi assim para Alexander Hartnett, um auxiliar de promotoria em ascensão e certinho demais. Ele não lembra de como a garota doida foi parar em sua cama, apenas que a conheceu em um bar e que bebeu algumas doses com ela. Tudo bem, não apenas algumas doses. Agora é dizer adeus e nunca mais passar por um momento constrangedor, certo?Mas e se a maior nevasca de todos os tempos assola Nova Iorque e ninguém entra ou sai por uma semana?Alex não só terá que conviver com uma hóspede inesperada, como também precisará lidar com os sentimentos que aquela linda mulher começa a despertar nele.
Ler maisDois anos depois— Senhoras e senhores. — Dei uma risada forçada antes de continuar. — Desculpem, eu ainda estou tentando me recuperar das palavras da defesa. — Ri mais um pouco apenas para dar mais ênfase no quão ridículo foi o discurso da defesa. — Antonino D’Gregory é um pai de família honesto?Caminhei até a minha mesa e peguei as fotos das vítimas do esquema de tráfico humano e voltei para o júri.— É praxe agora pais de família traficarem meninas de países subdesenvolvidos para o seu esquema de prostituição? Homens honestos fazem lavagem de dinheiro ou são responsáveis pela morte de dezoito mulheres nos últimos quatro anos? Me desculpem, mas se não conseguem ver o perigo que este homem representa em nosso país e em outros países também, não vejo mot
Sentei na poltrona ao lado da cama de minha mãe soltando um grande suspiro. Eu estava tão feliz por ela estar bem, mas alguns exames tinham que ser feitos, ao que parecia, seu coração precisava de cuidados. Dirigi como louco para Jérsei no momento em que Mary me contou e não me importei com nada, nem mesmo em pegar alguma roupa extra. Eu teria que ligar para Melissa avisando que não trabalharia no dia seguinte ou no resto da semana, caso fosse necessário.Sem soltar a mão de Elisabeth Hartnett ouvi meu pai discutir com seu colega de trabalho a quantidade de exames que mamãe teria que fazer. Eles ainda não sabiam o que tinha causado sua dor no peito ou o desmaio, mas a boa notícia é que ela ganharia alta em algumas horas, o que significava que os médicos estavam tranquilos com a sua condição, porém, ela precisaria de repouso em casa. Então fiquei para a
Pela manhã, eu ainda não havia dormido. Quando ouvi a campainha tocando, eu sabia que era Joshua e Mary. Caminhei até a porta e abri. No momento em que minha cunhada colocou os olhos em mim, mandou meu irmão passear com minha sobrinha novamente. Joshua percebeu e, antes de partir, colocou a mão no meu ombro e apertou sem dizer nada. Apenas mostrando que estava lá para mim.Assim que eles saíram pela porta, eu soltei:— Ela se foi, Mary. — Sem me importar, chorei como um menino e abracei a minha melhor amiga.— Oh, querido. Eu sinto tanto. — Era como se ela também soubesse que não havia mais o que fazer.Naquele momento, ela apenas me deixou falar. Não me disse nenhuma palavra motivacional, apenas me abraçou. Nos levou para o sofá depois de um tempo, sentou me puxando para os seus braços novamente. Eu estava quebrado, revoltado tamb&eacu
— Está tudo bem. Eu sinto muito, querida — disse, esfregando suas costas enquanto seus soluços e lágrimas eram abafados pelo meu peito. Me senti um pedaço de merda por ter despejado tudo dela. Carter tremia em meus braços e me agarrava com força. Eu apenas fiquei lá, tentando acalmá-la.Sentados diante da janela da sala eu apenas fiquei contemplando as luzes ainda acesas dos prédios comerciais e de algumas casas. Era possível ouvir ao longe sirenes policiais em algum canto da cidade. Dentro do meu apartamento o ar era pesado e melancólico. Os soluços de Caterine ecoavam pelas paredes me deixando rasgado por dentro. O que quer que tivesse acontecido com ela, era algo muito ruim.Quando finalmente levantou sua cabeça e largou o seu aperto em meu corpo, peguei seu rosto e comecei a limpar as lágrimas que escorriam por ele.— Posso fazer alguma c
Quando voltamos para Nova Iorque, Carter disse que precisava resolver algumas coisas na cabeça dela e pediu espaço. Eu entendia. Desde o início de dezembro nós estávamos nos vendo constantemente. Tudo o que aconteceu trouxe uma carga pesada para a nossa relação, então simplesmente a deixei na sua casa em Chinatown e esperei que ela entrasse em contato como combinamos.Carter demorou uma semana.E isso provavelmente me causou úlceras.Senti-me ansioso, preocupado e abstinente dela. O medo de que talvez ela tivesse desistido de ser minha namorada aumentou, mas me mantive firme até que entrasse em contato.Quando finalmente enviou uma mensagem, era sexta à noite, perguntou se poderia ir para meu apartamento. Eu disse que: Claro que sim!Ela respondeu: Ótimo, porque já estou aqui.Abri a porta rapidamente e a puxei para dentro pronto para tirar as suas rou
Com a partida do Natal logo chegou o Ano Novo, eu convenci Caterine a ficar e passarmos mais esta data com a minha família e voltar para Nova Iorque comigo, ela foi relutante, não queria abusar da hospitalidade da minha família, mas todos fizemos questão que ela ficasse, embora quem tenha realmente lhe convencido foi Joselie.Seria uma festa simples para poucos convidados, para desgosto de mamãe que queria convidar o bairro inteiro. Josh, nosso pai e eu montamos uma bela estrutura na estufa do quintal para que pudéssemos assistir aos fogos sem morrer de frio. Transferimos as plantas da mamãe para o porão da casa e limpamos tudo, envolvemos lâmpadas conforme ela pediu e deixamos a claraboia aberta.Saí do banheiro vestido com o suéter branco que minha mãe havia me dado no Natal e jeans escuro. Caterine vestia um vestido creme de mangas longas, mas um decote sexy. Ela olhava pela jan
Último capítulo