A música da matilha ainda ecoava, misturando tambores, uivos e gargalhadas, quando Ares se inclinou para falar no ouvido de Clarice. O hálito quente dele roçou sua pele, fazendo-a arrepiar.
— Acho que já recebemos abraços demais por hoje… — murmurou, a voz grave e baixa. — Quero você só para mim.
Antes que ela pudesse responder, ele segurou sua mão e a puxou, abrindo caminho pela multidão. Clarice riu, tentando disfarçar, mas no fundo adorando a sensação de ser raptada pelo próprio Alfa.
— Ares