O silêncio após o ritual não era comum. Não era um descanso… era uma suspensão.
Clarice permanecia sentada no altar de pedra, os olhos abertos, mas fixos em um ponto além da matéria. A respiração era ritmada, os ombros imóveis. Ares não se afastava nem por um segundo, embora não ousasse tocá-la ainda. Havia algo no olhar dela que não pertencia inteiramente a esse plano.
Lyanna… você está aí?
Estou. Ainda somos nós. Mas algo… ecoa entre as camadas. Você não voltou sozinha.
O murmúrio interno da