O silêncio após a batalha era mais ensurdecedor do que o próprio confronto. O globo ocular ainda pulsava sobre o solo, cercado por fragmentos da runa quebrada e vestígios do sangue que não era bem sangue — aquela substância escura que parecia queimar a própria terra.
Clarice ajoelhou-se, as pupilas dilatadas, o peito arfando como se o ar pesasse o triplo. Os dedos tremiam ao se aproximarem do globo. A imagem projetada dentro dele não era uma alucinação. Era um rosto. Um nome. Uma traição.
— Lya