Isabella Turner não acreditava em impulsos.
Acreditava em cálculo.
Por isso, quando sentiu a urgência subir pelo peito naquela noite, soube que algo estava errado — não no mundo, mas nela.
O apartamento permanecia silencioso demais. Nenhuma ligação. Nenhuma atualização. Nenhuma confirmação externa de que ainda havia alguém segurando as bordas por ela.
Isabella caminhou até o bar, serviu-se de um uísque que não pretendia beber e deixou o copo intocado sobre a bancada. O reflexo no vidro devolveu