O pânico não se anuncia.
Ele se infiltra.
Na manhã seguinte, Isabella Turner acordou com a sensação incômoda de que algo havia se deslocado enquanto ela dormia. Não era medo direto — ainda não. Era a percepção aguda de que o tabuleiro não estava mais onde ela havia deixado.
O telefone permaneceu silencioso por tempo demais.
Nenhuma mensagem do advogado principal. Nenhuma atualização do assessor de crise. Nenhuma resposta imediata ao e-mail que ela enviara na noite anterior pedindo “alinhamento