Chegou um momento em que nem tudo precisava fazer sentido.
E isso não era confusão.
Era liberdade.
Antes, Helena precisava entender.
Precisava encaixar.
Precisava transformar cada coisa em algo que pudesse ser explicado, observado, integrado.
Agora… não.
Agora algumas coisas simplesmente aconteciam.
E ficavam assim.
Sem tradução.
Sem conclusão.
Na cidade, alguém tomou uma decisão completamente contraditória.
Não seguiu o padrão.
Não seguiu o que “funcionava”.
Não seguiu o que parecia mais lógic