Lorena Azevedo
Ele me segurava pelos quadris e me puxava contra ele, num vai e vem que parecia que ia me abrir em dois.
- Porra... você é apertada demais...
- E você é... muito grande...
- Quer que eu pare?
- Nem fodendo!
As estocadas dele ficaram mais intensas.
O som do nosso corpo batendo, do suor escorrendo, do pecado acontecendo ali... era música.
Tropeçamos pelo quarto.
Fizemos no espelho.
Na parede.
De quatro.
Montada nele.
Gritando.
Gemendo.
Vivendo.
E quando eu gozei de novo, agarrada