Agora estou deitada sobre o peito dele, o coração ainda acelerado. O quarto está mergulhado em um silêncio cálido, e tudo parece diferente. Meu corpo ainda vibra com a sensação de tê-lo, da entrega mútua, do vínculo que agora arde em meu pescoço e em minha alma.
A respiração de Kain é lenta, pesada. Ele desliza os dedos lentamente pelas minhas costas.
— Você está bem? — pergunta com a voz rouca, sussurrada contra meus cabelos.
— Estou… — respiro fundo, fecho os olhos — Só pensando que você també