Âmbar.
Assim que chego ao meu camarim, um peso parece esmagar meu peito. A adrenalina ainda pulsa em minhas veias, mas a euforia da dança é rapidamente substituída por um sentimento opressivo. Direto para o banheiro, levanto a tampa da privada e me debruço, despejando todo o conteúdo do meu estômago. Forço o vômito até sentir o ardor na garganta, enquanto lágrimas quentes ameaçam escapar dos meus olhos. Não posso me permitir chorar agora. Não antes de chegar ao meu lar, ao meu refúgio.
— Minha