Yana
Brandon estacionou o veículo importado bem em frente à fachada da minha residência, e eu praticamente pulei para fora do banco do passageiro, movida pela ansiedade. Assim que alcancei a porta de entrada e segurei a maçaneta, a porta foi aberta abruptamente pelo meu tio. Ele me encarou com os braços cruzados e uma expressão de pouquíssimos amigos.
— Isso são horas de chegar em casa, Yana? — ele questionou, a voz rígida.
— Tio... me desculpa...
— Você sabe perfeitamente qual é o nosso acordo