Yana
Acordei consideravelmente mais cedo do que o habitual naquela manhã.
O sol entrava tímido pela fresta da cortina do meu quarto, iluminando o ambiente de um jeito suave, quase cuidadoso, como se não quisesse me assustar ou interromper meus pensamentos. Fiquei alguns longos minutos deitada, apenas observando o teto de gesso, sentindo o peso real do meu corpo sobre o colchão e a presença de algo genuinamente diferente vibrando dentro de mim. Não era uma felicidade radiante. Ainda não. Mas tamb