CAPÍTULO 61 - PORTAS FECHADAS

Arthur chegou ao hospital como quem atravessa um campo de guerra invisível. O carro mal parou e ele já estava fora, andando rápido demais para o próprio corpo acompanhar. O ar da madrugada ainda grudava na pele, frio e pesado, como se a cidade inteira estivesse suspensa naquele instante. As luzes brancas da entrada principal feriam os olhos. Tudo ali parecia limpo demais para o caos que ele carregava por dentro.

— Arthur Monteiro. — disse à recepcionista, a voz rouca, sem fôlego — Minha... Hele
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