A busca não começou com passos apressados, começou com silêncio.
Arthur acordou naquela manhã com a sensação de que algo precisava ser feito — não como impulso, mas como continuidade. Correr riscos tinha aberto uma porta, mas agora era preciso atravessá-la com intenção. Não bastava sentir, não bastava apenas admitir, buscar era agir com constância. Ele levou Sofia à escola naquele dia, algo que antes delegava quando a agenda apertava. No caminho, ela segurava a mochila com força, observando a r