— Ele é um deles, não é? Dos mafiosos que tentaram te matar e atiraram em mim — pergunto a Sami, que está na minha frente, no escritório.
— Não — diz com calma.
— Não? É só isso que você tem para me dizer?
— Vou te trazer uma bebida, você está precisando.
Observo Sami sair. Estou tremendo, minhas mãos estão tão geladas que não sinto as pontas dos dedos. Eu acabo de ser ameaçada por um gangster.
Quando a porta se abre, os dois entram, e Sami me entrega uma taça de vinho.
Viro a bebida de uma v