CAPÍTULO 33

HANNA

—Outra coisa impossível. - Reviro os olhos, bufando de maneira que meus lábios se agitem. —Vai me dizer que anda fazendo amizade com mulheres de boate? - arqueio a sobrancelha.

—Olha o preconceito, loirinha. Eu fui uma mulher de boate. Por algumas horas, mais fui.

—Mas não é mais - falo segura. —E não deveria se meter com esse tipo de gente.

—Okay, vou colocar na minha lista que só os mafiosos são legais... Mas não vou tirar a Penélope. Eu vi algo nela.

—Alma de prostituta? - zombo.

—Eu v
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