HANNA
03/01 8:00AM, Moscou
ABRO OS OLHOS LENTAMENTE com um pouco de dificuldade, eu franzo o cenho pela dor na parte traseira dos olhos quando a luz forte e esbranquiçada atinge meu olhos. O teto é branco, e um barulho repetitivo reverbera no ambiente, ao olhar para o lado vejo que é o aparelho que controla os batimentos cardíacos, ligado ao meu peito e ponta do dedo direito.
— Hanna?! - A voz da minha mãe chega em mim antes de sua imagem, um sorriso de alívio e surpresa brotando em seu rosto.