SAVANNAH
Estamos todos no aeroporto, sentados em cadeiras desconfortáveis, à espera de dar a hora de embarcar no avião. O ambiente é de cansaço, mas também de nostalgia e cumplicidade. Olho para o grupo e sinto um calor no peito – somos uma verdadeira família, mesmo que improvável. As malas estão a um canto, as conversas vão e vêm, entre bocejos e risadas.
Os homens levantam-se para ir buscar café. Ryder inclina-se para mim, com aquele sorriso de quem quer agradar.
– Querem alguma coisa?
– Um c