Savannah
Minha respiração ainda está irregular por causa do que tinha acontecido minutos antes no carro. O silêncio entre mim e Ryder não é desconfortável, mas está carregado de algo que eu não consigo nomear.
Ele quebra esse silêncio primeiro:
— Está tarde. É melhor irmos para dentro.
Ele sai do carro e, por um instante, hesito em segui-lo. Mas então ele abre a porta do lado do passageiro e estende a mão para mim. Seguro-a sem pensar duas vezes, permitindo que ele me ajude a sair. No entanto,