Natalie estava sentada na poltrona do quarto de hospital, envolta por um silêncio doce e sereno. Em seus braços, Amaya dormia tranquila, enrolada na manta rosa que parecia abraçá-la com a mesma ternura que sua mãe. O olhar de Natalie percorria cada detalhe da filha — o rosto delicado, os dedinhos minúsculos, o suspiro leve que confirmava a vida pulsando ali, tão frágil e ao mesmo tempo tão poderosa.
Os olhos da pequena, já abertos, revelavam um azul intenso, a mesma cor profunda que Natalie c