Verónica ainda segurava Amaya com uma delicadeza quase ensaiada, como se estivesse interpretando um papel. Seus olhos estavam fixos na neta, mas havia algo oculto ali, algo que Natalie reconhecia bem: domínio, orgulho, controle.
Natalie permanecia próxima, atenta a cada gesto. Amaya mexeu-se levemente, soltando um suspiro doce, e Verónica aproveitou para alisar o cobertorzinho rosa com a ponta dos dedos.
— É… talvez ela suavize você, Alejandro, — disse, sem desviar o olhar da bebê. — Ou tal