O som da chuva fina batendo contra a janela dava à manhã um tom quase melancólico. Alejandro estava na varanda, coberto por um moletom escuro, observando o céu carregado. Mesmo com os pontos ainda doloridos, fazia questão de caminhar um pouco todos os dias — parte da recuperação física, parte da preparação mental.
Lá dentro, Natalie brincava com Amaya no tapete da sala. A pequena já conseguia montar torres com blocos de plástico e dizia “quebra!” antes de derrubar tudo, entre risadinhas. Aque