Antes mesmo que Florence pudesse se despedir, Cláudio já havia girado a cadeira de rodas e a levado para fora do consultório de Fernando.
Quando desceram, o céu já estava escuro. O motorista, atento, correu para abrir a porta do carro assim que os avistou.
Vendo a cena, Florence tentou se levantar sozinha da cadeira:
— Tio, eu posso chamar um carro no celular, não precisa se preocupar comigo.
Mas, no instante em que ela deu o primeiro passo, sentiu as pernas falharem. O corpo cedeu e ela quase c