Nina percebeu o rosto pálido de Daphne e rapidamente pegou o celular que havia caído no chão, colocando-o no ouvido.
— Ah! Eu errei! Eu nunca mais vou fazer isso! Daphne, me ajuda! Por favor, me salva! Caso contrário, nem morto vou te deixar em paz!
Os gritos de alguns homens do outro lado da linha eram assustadores. Nina, assustada, desligou o celular imediatamente. Ela pressionou os dedos contra as têmporas enquanto tentava se recompor.
— Essa voz... Parece ser...
— O diretor da escola