O salão ainda ecoava risos e música quando Salvattore tomou a mão de Rafaella entre as suas e a conduziu para fora da festa. O céu já começava a mudar de tom, e havia uma leveza no ar que ele queria preservar. Aquela noite não merecia ser encerrada entre taças esquecidas e passos arrastados de convidados embriagados de alegria.
— Vamos pra casa? — perguntou baixinho, com os olhos nos dela.
— Agora? — ela sorriu, surpresa.
— Agora. É hora de te levar pra nossa casa. A verdadeira festa começa qua