Ponto de vista: Salvattore Bianchi
O cheiro de pólvora ainda estava entranhado em suas narinas, misturado ao gosto metálico da adrenalina na língua. O sangue escorria do ferimento superficial no braço, mas o que doía de verdade não era físico — era a porra do medo. Um medo que nunca tinha sentido na vida.
Medo de perder Rafaella.
Medo de morrer antes de construir uma vida ao lado dela. Uma casa, filhos, jantares em família, paz. Coisas que ele jamais pensou que desejaria. Mas agora... agora tud